Brasília (25.1.2010) - Quem pretende viajar ao exterior e levar o animal de estimação deve ficar atento às normas estabelecidas. As exigências para ingresso de cães e gatos são específicas de cada país ou bloco econômico. Inicialmente, os interessados devem procurar o serviço estadual de defesa agropecuária da Superintendência Federal de Agricultura (SFA) para obter as informações sobre os requisitos necessários, incluindo exames clínicos, vacinas e testes laboratoriais.
Países da União Européia, por exemplo, demandam teste de anticorpos contra raiva e só permitem ingresso após três meses da realização do exame. Para o Japão, a espera é de seis meses após o teste. A informação é do chefe da Divisão de Trânsito Nacional, da Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Bruno de Oliveira Cotta.
Exames - De acordo com Bruno Cotta, a África do Sul, que sediará a Copa do Mundo este ano, exige outros testes laboratoriais, o que torna o processo ainda mais demorado. A boa notícia é que, uma vez obtida a titulação, a entrada do animal no país solicitado fica liberada inclusive para viagens futuras, desde que o prazo regular de revacinação contra a raiva seja cumprido. Os testes de saúde para ingresso dos animais em outros países são realizados por laboratórios oficiais ou credenciados pelo Ministério da Agricultura.
De volta para casa - Para a entrada de cães e gatos no Brasil, é necessário comprovar que o animal foi examinado poucos dias antes do embarque. “Também é necessário atestado de saúde que declare os animais aptos à viagem. É obrigatória a vacina antirrábica, exceto de animais vindos de países considerados livres de raiva”, informa o chefe da Divisão de Trânsito Nacional do Mapa. (Leilane Alves).
Fonte: ANFAL PET.